*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



sábado, 19 de março de 2011

-luz coada de um Sol brejeiro-




















-luz coada de um Sol brejeiro-

Rica da novidade de expressão
Por sugerir sutis essências fugidias
Em desvairada imaginação
Quando o olhar tem sede e fome
De ordenar o esplêndido...

Na angústia à mercê do instante
O desconexo do estado de alma
Substantivado a tal ponto
Que parece definitivo

Na originalidade o âmago
Audácia da realidade
Instaura-se, entretanto

Na personalidade os princípios
Efeito e causa em versos

- poder visual que argumenta-


Miguel

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