*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



sábado, 12 de julho de 2014

-em quadros de verdades que desfiguram a solidão!-

 
 
 
-em quadros de verdades que desfiguram a solidão!-
 
só os sonhos me trazem tua face
a solidão de ser
abre a masmorra desse amor que me sustém
e a linha do verso me fere
-realidade e razão-
 
não suporto meus olhos sem ti
 
a pena pinta o anagrama da dor
há um quê de mistério a desfigurar
o horizonte cinza desfeito
a trama escarlate
dos fios tintos do meu coração
 
não suporto minha boca sem teu beijo
 
possuída de azuis
a poesia segura-se numa haste de luar
sou letra de angústia, numa fictícia sentença
sem ti, como sonho desmemoriado
traço garatujas daquele nosso a_mar
 
não suporto minhas mãos sem tua presença.
 
Karinna*
 
 
 
 
 
 

Um comentário:

Miguel Eduardo Gonçalves disse...

Ôcha, que isso aí tá muito bom, bom até demais... Amanhã vou caprichar, mais, mais e mais! BjK-