*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

NUM CÁLICE DE PALAVRAS BENDITAS




















num cálice de palavras benditas*
me fora a razão impossível
nasceste nesse momento
certeza em mim absoluta
com a mesma rapidez
de um instante

todo orgulho humano
nessa pequena hora
semente oculta imaculada
resulta em saudade intata

estado de crença permanente
em transparência extática
da clara evidência do verso

Miguel-

Um comentário:

Karinna* disse...

Bebo-te. Reverencio-te Poeta Espetacular.
BjM-
K*