*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



sexta-feira, 23 de julho de 2010

NO AMAR-TE A CADA LETRA


















No amar-te a cada letra
Soasse melhor e sem pressa
Na fala que escutava embargada
A palavra que o passado houvesse
De onde o silêncio residia

Monotonia de certa madrugada
Qual vale sombrio, caixa vazia
Estado de alegria prenhe
Carente de afago meu ouvido
Lia a carta à tinta de lágrimas

Escrita na língua dos apaixonados

2 comentários:

Karinna* disse...

*Perfeito.
Li todas as gerações dos amores expressos na linguagem amorosa, desde o primeiro enamorado em teus formidáveis versos.
Muito bom estar aqui contigo.
Beijos e beijos
K*

silvioafonso disse...

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Linda página, belos versos.

silvioafonso.




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