*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



sexta-feira, 26 de novembro de 2010

EM CADA SOPRO UMA PRECE...




em cada sopro de uma prece...
todas as mãos abertas
ao tempo que passa,
mas não parte,
pergunta:
vamos?

E breve
Como a eternidade
A ingênua libertação do instinto
Como em sonho resumido, voa em cinco sentidos
Respira a chama em que se alimenta
A paixão enfeitiçada
Fluídica
Raiz

Miguel-

Um comentário:

Karinna* disse...

*Sinto-me breve como a eternidade...
Digo-te lá da fímbria da minha alma: como nossos versos se confundem em uma liga, como um pensamento unico.
Admiro-te sobremaneira.
Encantada.
BjM-
K*