*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



quinta-feira, 10 de junho de 2010

"A usura do tempo recita uma fala"

De falar basta
Como nas dobras da noite
As rosas se desenham
Suspiro do tempo
E imobilidade tempestiva
Harmônico escuro
Muito além dos desejos
Emoldura um espelho
Sopro de poema
Que o poeta vê

Miguel-

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