*Poesia Nossa de Cada Dia*

De fato há caminhos fechados
matizes perpendiculares desbragados.
Há palavras asfixiadas,
no nó da garganta esperançosa
que felizmente não se calam!
-em curvas de perplexidade-
Grande é a poesia que ilumina e interroga!

Miguel Eduardo- & Karinna*

No fim das águas, aberta a cascata o céu mede
Cúmplice náufrago dessa fome que me nutre os passos
No horizonte a poesia em sede como soluços
Na pétala desbragada do verso colho-me cada grito-
em concha de poema urgente-... que palpita!

Karinna* & Miguel Eduardo



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Devíamos semeá-las!*




Devíamos semeá-las!*

enquanto pronunciadas
no centro do Sol
na beirada da Lua
palavras são flores
são estrelas puras...
nos lábios a crepitarem
fogo da vida
e mesmo em melancolia
num bailado de bela tristeza
clara luz, escura noite amada
o Amor será sempre
a semente que brotará
a paz na minha madrugada...

Karinna*

Nenhum comentário: